Helvetin Viemärit: punk em finlandês fabricado no Brasil

Por Sigryd Bagon

A cena punk finlandesa influenciou e continua influenciando bandas ao redor do mundo todo, porém poucas vezes você verá uma banda de fora da Finlândia que se identifica inclusive com o idioma. O Helvetin Viemärit traz esse diferencial para terras brasileiras, mostrando que a fronteira musical e a paixão pela Finlândia não tem limites. Confira a entrevista realizada com o vocalista Bonga, onde ele conta um pouco mais sobre a carreira da banda e como surgiu a ideia de fazer um trabalho inspirada na cultura suomi.

SL: Como surgiu a ideia de compor em finlandês?
Bonga: Oi Sigryd! Valeu pelas perguntas e interesse no Helvetin Viemärit! Nós da banda, “se encontrando” para trocar ideia, falar besteira e beber, tivemos essa ideia de compor em finlandês, porém ela passou de uma brisa entre amigos para uma ideia concreta. Primeiro eu, Bonga, vocalista, ía tocar bateria e o Jef, guitarrista, ía tocar guitarra e cantar, era para ser um estilo mais punk rock “chuta lixo” e bem mais primitivo (nem sei tocar bateria hehe), mas aí o Tiago se juntou a gente e foi para a bateria, assim a gente conseguiu chegar a um som mais pesado, barulhento e urgente. Eu não sabia falar finlandês e ainda não sei. O que eu aprendi é desde que comecei a curtir hardcore/punk, sempre ouvindo os LPs/Eps de bandas finlandesas e acompanhando as letras e após começar o Helvetin, com o Google Tradutor dando uma força. O Jef também me ajuda muito com as pronúncias, ele manja consideravelmente e gosta de línguas difíceis como finlandês, sueco e alemão. Sei que não sai tudo perfeito quando “cantamos” e sei que muita gente não faz ideia sobre o que falamos mas se a pessoa realmente gostar do som pode jogar as letras no tradutor virtual ou pedir a tradução pra mim (como já rolou algumas vezes). Então é bom que as mensagens não sejam fáceis de serem assimiladas, pois eu descobri o que as bandas finlandesas falavam correndo atrás. Hoje em dia todo mundo tá acostumando com tudo mastigado e isso só é legal quando a gente é criança.

SL: De alguma forma as composições em finlandês ajudam na divulgação na Finlândia?
Bonga: Sim, demais! Primeiro eles ficam curiosos com o nome, que significa algo parecido com “Esgotos do Inferno” para eles. Quando eles percebem que a banda é brasileira, rola ainda mais interesse. Lá tem um festival clássico de hardcore/punk chamado Puntala Rock, que acontece desde 1980 e nos fóruns, que as pessoas pedem as bandas, nosso nome é citado com frequência. Seria muito legal fazer uma tour lá, um pouco para ajudar na divulgação das músicas mas muito mais por experiência própria, seria o ponto máximo de satisfação como banda. Alguns amigos e amigas finlandeses que vêm tocar aqui com as suas bandas também ajudam bastante o pessoal do Norte a conhecerem a banda. Por exemplo as meninas do Kovaa Rasvaa, uma banda de hardcore extremamente furiosa com 3 mulheres e um homem que tocaram por aqui duas vezes conosco e rolou uma troca de ideias e materiais muito massa, elas sempre estão usando nossas camisetas nos shows por lá. Mesma coisa com outras bandas que vieram para cá, como Uhrit, Lapinpolthajat e Riistetyt. Aparece também uma galera no Facebook, o último cara que entrou em contato, por exemplo, quis fazer uma letra pra gente! Muito massa este intercâmbio.

SL: Quais as principais influências da banda?
Bonga: Nossas influências não são apenas bandas de hardcore da Finlândia, como Kaaos, Terveet Kädet, Uutuus, Kuolema, Bastards, Tuomiopäivän Lapset, Sorto, Destrucktions, etc, mas também bandas noise/punk/hardcore do mundo todo como Heresy, Larm, Asocial, Sore Throat, Psykoze, Siege, Disorder, Atack Epiléptico, Shitlickers, entre outras.

SL: Quais os principais pontos que vocês destacam em relação a cena punk brasileira e a finlandesa?
Bonga: A relação entre as cenas dos dois países vem desde o começo dos anos 80 com a troca de fanzines, cartas e materiais entre os dois países. A cena finlandesa, por exemplo, foi uma grande influência para o Ratos de Porão no começo, por exemplo, a tocarem mais rápido e com vocais mais agressivos que o punk rock da época. Vários discos de bandas finlandesas foram lançados aqui nos anos 80 e não era comum isso em outros países do globo, bandas como Rattus, Terveet Kädet e Massacre serem lançadas em um país que não fosse a Finlândia. Gostaria de destacar também a banda finlandesa Força Macabra, que canta em português e adora o metal/punk brasileiro de bandas como Armagedom, Skarnio, Anthares e Cólera! A relação é muito boa, sempre têm bandas daqui indo tocar lá e vice e versa, inclusive nosso próximo material é um split com a banda suomi Kuolema.

SL: O finlandês é um idioma incomum para os brasileiros. Como é a aceitação do trabalho de vocês no Brasil?
Bonga: Eu acho que, dentro do estilo que tocamos que é bem restrito, é muito boa, pois muitas pessoas, assim como nós, adoram o som punk feito na Finlândia desde o comecinho dos anos 80 e entendem a nossa “pira” de cantar neste idioma estranho. Muita gente fica curiosa, pede as traduções das letras, as vezes até canta junto nos shows. Nossos materiais também sempre são lançados apenas por selos nacionais. No Brasil é onde mais as pessoas gostam da gente.

SL:  O que os fãs podem esperar do próximo trabalho?
Bonga: No segundo semestre vão sair dois splits. O primeiro com o Kuolema da Finlândia, clássica banda de noisecore que começou em 1982. Este vai sair em vinil sete polegadas. Já o outro é um CD split com nossos amigos do Nucleär Fröst também de São Paulo. Nele vão estar nosso primeiro EP 7”, as músicas do split com o Kuolema e alguns bônus. Sobre o som, podem esperar o de sempre, barulho e distorção!

SL:  Deixe um recado aos fãs da banda e também aos admiradores da Finlândia que irão conhecer o trabalho de vocês através do Suomi Lovers.
Bonga: Sigryd, valeu a oportunidade de contar um pouco sobre a banda e mostrar um pouco do nosso som e ideias para não só quem curte punk/hardcore, mas a cultura finlandesa no geral. Quem ficou interessado por encontrar a gente no Facebook (www.facebook.com/helvetinviemarit), escutar nossas músicas no Bandcamp (www.helvetinviemarit.bandcamp.com). Caso não tenha Facebook e quiser algo da banda, pode mandar um email para mim (brunocarubbi@gmail.com). Melua ja Säroä! Kiitos!

 

Para conhecer mais sobre a banda Força Macabra, os finlandeses que fazem som em português, confira a entrevista que o canal LIVE AFTER MIDNIGHT fez diretamente da Finlândia: https://www.youtube.com/watch?v=06vaEfEeicY 

FINNTROLL volta ao Brasil após 5 anos de espera dos fãs

Por Sigryd Bagon

 

Pela primeira vez no Brasil acontecerá o Epic Metal Fest, dia 15 de outubro de 2016 com realização da Overload.

O festival é uma produção da banda holandesa Epica, que este ano vem excursionar por essas terras também. Junto a banda foram anunciadas as bandas: Paradise Lost, Xandria, The Ocean, as brasileiras Tuatha de Danann e Project 46 e nada mais, nada menos que a finlandesa Finntroll.

Para quem já estava bem desanimado em esperar uma possível volta da banda ao Brasil, já pode comemorar, eles estão vindo aí!!!

O Finntroll esteve no Brasil em 2011 para única apresentação de seu folk metal empolgante e muito bem executado, para divulgar o álbum “Nifelvind”. Dessa vez, eles voltam divulgando o àlbum “Blodsvept”, lançado em 2013, mas que ainda não foi executado ao vivo no Brasil.

 

Epic Metal Fest BR 2016.jpg

Confira a performance ao vivo da banda no festival Hellfest (França), em 2015:

 

Discografia

Midnattens Widunder (1999)
Jaktens Tid (2001)
Visor om Slutet (2003)
Nattfödd (2004)
Ur Jordens Djup (2007)
Nifelvind (2010)
Blodsvept (2013)

 

Line- up:

Vreth – Vocals
Routa – Guitars
Skrymer – Guitars
Trollhorn – Keyboards, Guitar
Virta – Keyboards
Tundra – Bass
MörkÖ – Drums

 

Foto: Divulgação

FEAR OF DOMINATION – Lançamento de “Atlas” após dois anos sem álbum novo

Por Sigryd Bagon

 

A banda Fear of Domination de Nurmijärvi, está na Estrada desde 2006 e está lançando seu quarto disco. A banda formada por um grupo de amigos, tem fãs por toda Europa e pelo resto do mundo a fora. O show conta com elementos teatrais e pirotécnicos.

Seu mais recente álbum “Atlas”, é o mais obscuro e pesado da banda, que tem em sua discografia além deste, “Call of Schizophrenia” (2009), “Create, Control , Exterminate” (2011) e “Distorted Delusions” (2014).

Lançado pela Inverse Records, as dez canções que compõe o álbum falam sobre o fim dos tempos, perdas, implacabilidade, fraqueza …

Line-up:
Saku Solin – Vocals
Johannes Niemi – Lead guitar
Jan-Erik Kari – Rhythm guitar
Lasse Raelahti – Keyboards
Lauri Ojanen – Bass
Vesa Ahlroth – Drums

Confira a faixa “Adrenaline” disponível no Youtube:

 

Mais de Fear of Domination:

http://www.fod.fi/
Fear Of Domination @ Twitter
Fear Of Domination @ Facebook
FoD channel @ Youtube

Foto: Promo

BAILOUT – Estreia do álbum “… As the Winds Blow On”

Por Sigryd Bagon

A Finlândia revela mais uma banda de hard rock alternativo e desta vez da cidade de Kotka. Segundo o selo Secret Entertainment, a banda tem uma pegada que lembra o grunge dos anos 90. E como diferencial, a banda ainda acrescenta toques especiais em suas faixas, como o uso de trompete, o que resulta em um som muito bacana.

A estreia de “…As the Winds Blow On” traz um álbum cuidadosamente preparado com músicas fortemente  influenciadas por hard rock, algumas com um pouco mais de peso, porém sem fugir da proposta original.

Joel Vuohelainen – vocals, trumpet
Teemu Uimonen – guitar, backing vocals
Simo Andersen – guitar, backing vocals
Stavros Lehtomäki – bass
Antti Rantavuo – drums

 

Confira os vídeos lançados pela banda:

The Wind:

A Call To Leave:

The Rise & Regret:

 

Mais:

www.bailoutrockband.com/
www.facebook.com/bailoutband/
https://twitter.com/bailoutrockband
Bailout @Spotify

Foto: Promo

Especial Amorphis – Part. I – História da banda

Por Pâmela Veríssimo

 

A banda Amorphis está a poucos dias de desembarcar no Brasil, por isso a Netrocker preparou um especial dividido em duas partes para os fãs que estão ansiosos pelo show se apaixonarem ainda mais pela banda e para quem ainda não conhece, conhecer o som e, claro, se interesse em ir ao show que acontece em São Paulo, no Hangar 110, dia 27 de maio, com produção da Overload.

Nessa primeira parte do especial conheça um pouco a história da banda, os álbuns lançados e os integrantes que fazem parte da banda e os que não estão mais no Amorphis.

História:

O Amorphis é uma banda da Finlândia, fundada em 1990 na capital Helsinque pelos guitarristas Esa Holopainen, Tomi Koivusaari e Jan Rechberger (baterista).

Inicialmente, a proposta era que fosse uma banda de death metal, mas, com o tempo, passaram a incluir outros gêneros como doom metal, folk metal e prog metal nas suas composições.

O primeiro trabalho veio em 1991 com a demo “Disment of Soul” que foi gravada por Timo Tolkki (ex-Stratovarius).

Ainda em 91, os músicos foram procurados pela gravadora Relapse Records para assinar um contrato com a antiga banda de Tomi Koivusaari, a Abhorrence. Como Tomi já não caminhava mais com esse projeto, decidiram mandar um email para a gravadora apresentando a Amorphis. Assim conseguiram assinar um contrato e gravaram o primeiro álbum “The Karelian Isthmus” que foi lançado em 1992.

Na época, a formação era: Tomi Koivusaari (vocal/guitarra), Esa Holopainen (guitarra), Olli Pekka-Laine(baixo) e Jan Rechberger (bateria/teclado).

Em 1994, lançaram o álbum “Tales From the Thousand Lakes”, um álbum conceitual baseado no conto finlandês Kalevala. Este foi o primeiro álbum a ter outros gêneros musicais inserido nas composições e vocais mais “limpos” que ficaram por conta de Ville Toumi. Os teclados, que ate então eram de Jan Rechberger, passam para os comandos de Kasper Mårtenson.

Com esse álbum a banda passou a se tornar conhecida fora da Finlândia e a formar sua própria identidade sonora.

Durante a turnê de divulgação do “Tales From The Thousand Lakes” o tecladista Kasper Mårtenson deixa a banda, tendo como substituto Kim Rantala. Não bastando a saída de um membro, Jan Rechberger, fundador do Amorphis também sai da banda, sendo substituído por Pekka Kasari (ex-Stone).

Além das mudanças, foi acrescentado mais um integrante: o cantor Pasi Koskinen.

Foi em 1996 que lançaram o 3° álbum “Elegy”. Mantendo a temática sobre a mitologia finlandesa, as letras foram adaptadas do Kanteletar, um conjunto de antigas poesias folk.

Depois da turnê do “Elegy” a banda resolve dar uma pausa.

No final da década de 90, em 1999 mais precisamente, a banda volta com “Tounela”, seu 4° álbum de estúdio. Nesse álbum são acrescentando mais instrumentos como saxofone, sitar e flautas. Os vocais guturais diminuem dando espaço para o vocalista Pasi explorar e trabalhar melhor a voz.

As letras continuam com a mesma temática,então eles utilizam mais uma vez o Kalevala como principal fonte de inspiração.

Esse também acaba sendo o último registro do baixista Olli Pekka-Laine com a banda que saiu por incompatibilidade musical e para se dedicar mais a família.

Os anos 2000 começam agitados para o Amorphis, já que nesse ano a banda lança o “Story: 10th Anniversary” que é uma compilação das melhores músicas da banda ao longo dos 10 anos, e começam a escrever um novo álbum.

Am Universum”, é o 5° trabalho da banda que saiu em 23 de fevereiro de 2001 pela Relapse Records. Nesse trabalho a banda passa a explorar o prog metal e a volta dos vocais guturais, deixando de lado o doom metal e o stoner rock que estavam bastantes presentes no álbum anterior.

Em 2002 a banda contribui para a trilha sonora do filme “Menolippu Mombasaan”. A música escolhida foi “Kuusamo” um pop dos anos 70 na qual a banda fez um cover e essa também é a única música gravada pela banda na língua finlandesa.

No mesmo ano a banda começa a gravação de “Far From the Sun” foi o último disco da banda com a gravadora Relapse Records e com o vocalista Pasi Koskinen.

Também ficou marcado pelo retorno do baterista Jan Rechberger substituindo Pekka Kasari.

Depois da saída de Pasi, a banda passa a procurar um novo frontman, recebendo várias propostas para novos vocalistas. Entre elas estava a de Tomi Joutsen ex-vocalista da banda Sinisthra que agradou os integrantes e conseguiu o posto de novo vocalista do Amorphis em 2005.

Com a entrada de Joutsen, o Amorphis volta ao estilo contrastante nos vocais (gutural e vocal “limpo”). Seu primeiro trabalho com a banda foi o álbum “Eclipse” e o mesmo foi um sucesso tanto em crítica, quanto comercial, o que levou a banda a alcançar pela primeira vez o disco de ouro na Finlândia.

Com o lançamento de “Eclipse”, a banda fez participações em festivais e shows por toda Europa e, durante esse tempo, começaram a escrever materiais para o novo álbum. Em 3 de setembro de 2007 lançaram “Silent Waters” que trouxe para a Amorphis o segundo disco de ouro, sendo o primeiro álbum gravado com a mesma formação do anterior.

Para divulgação do novo álbum, a banda faz uma longa turnê na América do Norte sendo pela primeira vezheadline e tendo as bandas Samael e Virgin Black como suporte.

Em novembro de 2008 a banda entra em estúdio para gravar seu 9° álbum e o resultado de todo o trabalho foi “Skyforger”, lançado em 27 de maio de 2009 na Finlândia. Esse foi o 3° álbum do Amorphis que ganhou disco de ouro. As letras são baseadas no conto finlandês “Kalevala” e escritas por Pekka Kainulainen.

Diferentemente dos álbuns anteriores, “Skyforger” baseia-se em diferentes partes do poema, mas sendo contado do ponto de vista de um único personagem, lembrando bastante o “Tales From The Thousand Lakes”.
Durante a turnê de divulgação de “Skyforger” a banda decide gravar seu primeiro DVD. O show foi gravado no Club Teatria, em Oulu na Finlândia. No mesmo DVD também continha o show deles no festivalSummer Breeze Open Air em 2009 e um documentário intitulado “Tales from the 20 Years”. Tudo isso reunido se tornou o “Forging The Land Of Thousand Lakes” lançado em 25 de junho de 2010.
Em 15 de setembro de 2010 a Amorphis lança “Magic & Mayhem – Tales from the Early Years”, uma compilação de canções rearranjadas, com melhor qualidade de áudio e com a formação atual, além de um cover da música “Light My Fire” do The Doors como faixa bônus.

Durante a turnê, a banda se reuniu depois de muito tempo com Pasi Koskinen, Kim Rantala e alguns outros membros antigos para executar músicas clássicas do Amorphis durante alguns shows.

Em setembro de 2010, a atual gravadora da banda Nuclear Blast anuncia que os mesmos se encontravam em estúdio para a gravação de um novo material. E em 27 de maio de 2011 “The Beginning of Time” foi lançado.

Como os álbuns anteriores, “The Beginning of Time” também é um disco conceitual. O personagem principal é Väinämöinen e é descrito pela banda com “um herói icônico da mitologia finlandesa”.

Após a turnê de divulgação, a banda volta ao estúdio e em 21 de agosto de 2012 anunciam que estão gravando um novo álbum.

Circle”, 11° álbum da banda foi lançado em 19 de abril de 2013 pela gravadora Nuclear Blast. Este é o primeiro disco desde “Far From The Sun” não produzido por Marco Hietala (Nightwish) e também não é baseado no poema finlandês Kalevala. Em vez disso, “Circle” é produzido por Peter Tägtgren e a letra se concentra numa história original escrita por Pekka Kainulainen.

Setembro de 2013, “Circle” ganhou o prêmio de “Álbum do Ano” pela Metal Hammer.

Em 2014 a banda anuncia que fará uma turnê especial em comemoração aos 20 anos do álbum “Tales From The Thousand Lakes”, tocado na íntegra.

Essa turnê passou por festivais como o “Wacken Open Air”, “Maryland Deathfest”, “70000 Tons of Metal” entre outros.

A banda começou a escrever novas músicas no início de 2015 e anunciaram que entrariam em estúdio em abril e provavelmente o novo álbum sairia em setembro. Não foi muito comentado sobre a sua produção.

Under the Red Cloud” foi lançado em 4 de setembro de 2015 e é o trabalho mais recente da Amorphis.

Atualmente estão em turnê divulgando o álbum em todo o mundo.

A atual formação é: Tomi Joutsen (vocal), Esa Holopainen (guitarra), Tomi Koivusaari (guitarra), Jan Rechberger (bateria), Niclas Etelävuori  (baixo) e Santeri Kallio (teclados). Diferente dos outros álbuns “Under the Red Cloud” foca bastante nos elementos do death metal e tem recebido boas criticas, tanto da imprensa especializada, quanto do público.

Para a alegria dos fãs brasileiros, a “Under the Red Cloud Latin America Tour 2016” tem duas datas no país. A primeira será em São Paulo dia 27 de maio na casa de shows Hangar 110 (maiores informações abaixo) e no dia 28 de maio no tradicional festival Roça N’ Roll em Varginha (MG).

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Serviço São Paulo
Overload orgulhosamente apresenta Amorphis
Local: Hangar 110
End: Rua Rodolfo Miranda, 110 (ao lado do Metrô Armênia)
Data: sexta-feira, 27 de maio de 2016
Hora: 19h | Showtime: 21h
Censura: 14 Anos
Evento FB: https://www.facebook.com/events/1686821381576073/

Ingressos (1º lote):
Pista: R$ 120,00 (estudante)
Pista: R$ 120,00 (*promocional – doe 1 Kg de alimento não-perecível)
Pista: R$ 240,00 (inteira)

Ponto de venda sem taxa de conveniência: Paranoid (Galeria do Rock)
Venda online: http://www.clubedoingresso.com/amorphis

Agradecimento especial: Pâmela Veríssimo

Postado originalmente em: http://radionetrocker.com/default.php?pagina=noticias.php&site_id=154&pagina_id=68918&tipo=post&post_id=802

PEEKABOO PRIMATE: banda de metal alternativo acaba de lançar vídeo novo

A banda finlandesa de metal alternativo PEEKABOO PRIMATE acaba de lançar um novo vídeo, intitulado “Spray Tan”. A faixa fará parte do próximo álbum, “Misanthropical”, que será lançado pela Inverse Records com previsão de lançamento para 12 de maio de 2016.

Confira o novo vídeo abaixo

PP_promo_spraytan

Você pode conferir o primeiro álbum da banda no Spotify: http://open.spotify.com/track/6awE3Y4zy0uXxHGEySm9gN  

WEB:                        http://www.peekabooprimate.com/
FACEBOOK:          http://www.facebook.com/peekabooprimate
TWITTER:              http://twitter.com/peekabooprimate
INSTAGRAM:        http://www.instagram.com/peekabooprimate/

Fonte: Inverse Records

THE HYPOTHESIS – banda finlandesa lança seu primeiro vídeo

A talentosa banda finlandesa The Hypothesis lançou seu primeiro vídeo “Eye for an Eye”, faixa que estará em seu álbum de estréia e que leva o nome da banda. Em menos de um mês o vídeo já teve mais de 4 mil visualizações ao redor do mundo.Os integrantes já passaram por outras bandas, tais como: Paradise Lost, Vallenfyre, Red Moon Architect, Dimebag Beyond Forever, Dead Shape Figure e Naildown.

The Hyposthesis é:
Antti Seppälä (vocal)
Juuso Turkki (guitarra)
Asko Sartanen (guitarra)
Markku “Neissu” Ruuskanen (baixo)
Waltteri Väyrynen (bateria)
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“Eu gostei muito de gravar o solo de guitarra nesse álbum, uma vez que o material parece tecnicamente desafiador e cativante!” -Daniel Freyberg, Naildown / Children Of Bodom
“Casamento perfeito de death e metal melódico, combinado com musicalidade estelar e grandes letristas” -Rolf Pilve, Stratovarius
“The Hyposthesis te dá o melhor bate cabeças e os maiores músculos!” -Noora Louhimo, Battle Beast

 

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Fonte: Inverse Records / Foto: Valtteri Hirvonene